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Ventor caminha com o Passado

Vamos, também, olhar para trás e veremos que o

Vamos, também, olhar para trás e veremos que o

Ventor caminha com o Passado

O Ventor caminha no Passado, ...




... caminhando nos trilhos dos seus amigos reais ou imaginários que aprendeu a respeitar e com eles vive uma parceria de sonhos



Na rota da Lua, a minha amiga Diana



Aqui, no Cantinho do Ventor, vamos sonhando ...



... juntamente com a Wikipédia



Nos caminhos de Apolo
No Templo de Luxor
Cruz da Vitória-Astúrias



Bem-vindos à Grande Caminhada


Vamos caminhar pelo passado, pelo presente e pelo futuro





Quico

Bem-vindos aos Blogs do Quico, do Ventor e do Pilantras!


Continuamos a caminhar com o Ventor e com os nossos amigos. Vamos

caminhar com o Ventor pelo Passado, por Adrão, pela África e por

aí nos seus Blogs...


O Ventor e o Passado

Adrão e o Ventor

Ventor em África

Os Trilhos da Memória


O Quico caminhou com o Ventor e os seus amigos, fez os seus Sites e

chamou-lhes «A Grande Caminhada».



Vamos caminhar pelos posts das caminhadas dos Blogs do Quico e do Ventor, lincados em baixo. É a Grande Caminhada nos Blogs.


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O Ventor e o Passado

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OVentor e os amigos do Quico

Picos da Europa - C. na Natureza

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do Ventor, entre flores, músicas, animais, ...

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Mas o Pilantras chegou mais tarde, também quis ter Blogs e tem!

Pilatras, o Ticas

Pilantras nos Trilhos do Ventor

Pilantras nos Trilhos do Quico

Fotoblog do Pilatras



Também vos deixo aqui:


Uma playlist de vídeos de Músicas que me contam histórias, no Portal Quico97


E o Índice dos Posts do Ventor no Passado


16
Dez10

Foi assim há muitos anos

Quico, Ventor e Pilantras

Num dia frio, há anos atrás, o Ventor contou-me uma história. Mais uma história que faz parte da sua Caminhada de Sonhos e, por isso, faz parte, também, da sua Grande Caminhada.

 

 

Uma pintura de Belém, em 1882

 

A minha Dona, fazia a Árvore de Natal, e eu parti-lhe duas bolas. Depois começou a fazer o Presépio e eu virei o Menino Jesus, nas palhinhas, com as unhas.

Depois o Ventor chegou e eu pensei fugir mas, ele apanhou-me, apertou-me contra o seu peito e fez-me muitas festas. Depois explicou-me porque a Dona gostava de fazer a Árvore e o Presépio, pelo Natal. Ele disse-me:

 

«Sabes Quico! Vou-te contar mais coisas sobre as minhas caminhadas.

Este mundo é muito complicado. No princípio, como já sabes, vivia na escuridão e, como também sabes, só a luz termina com a escuridão. Mas o mundo que saiu da escuridão total, na sua evolução, passou por vários ciclos. Ciclos de calor e ciclos de frio, ciclos de escuridão e ciclos de Luz. Nesses ciclos, tudo se mantém em movimento e, até nos ciclos de escuridão porque tem passado a humanidade, esse movimento é real.

 

Houve, através dos milénios, ciclos terríveis em que a humanidade vivia tal como os outros animais, escondida nas cavernas, mas pouco se sabe desses tempos. Não havia escrita, não havia papéis, não havia papiros, ... enfim, podemos acreditar que terão sido muitos os ciclos negros da Humanidade. Mas lá está! De vez em quando, fazia-se alguma luz na cabeça das pessoas de então. Tal como hoje, haviam homens que pensavam nas coisas, como transformá-las, como mantê-las, como usá-las, como ...

 

Se tu veres bem, pelo que eu te tenho contado, a vida no mundo, no nosso mundo antigo, como neste nosso mundo moderno, foi sempre uma vida de guerras, de mortes, de escravidão dos mais fracos, pelos mais fortes. Mas, houve sempre homens, enviados pela vontade do Senhor da Esfera para dar um pouco de Luz à humanidade, para lhe inculcar na cabeça, novas maneiras de pensarem e actuarem. Foi assim com Confúcio, com Buda, com Cristo. Um dia falar-te-ei dos outros mas, hoje, falo-te daquele que levou a Dona a lembrar-se Dele, nesta época, para lembrar às pessoas que ele ensinou todos a comportarem-se bem perante os seus semelhantes».

 

 

O local onde nasceu Jesus

 

E o Ventor continuou a ensinar-me mais coisas do Jesus de Nazaré, Aquele a Quem chamaram Jesus Cristo.

 

Disse-me, o Ventor que, num mês de Dezembro de há cerca de 2000 anos, pouco mais, chegava, ele a Belém, uma cidadezinha da Palestina e, encontrou nas alturas, uma estrela muito especial. Ela brilhava tanto que deixou as pessoas com receio de que as coisas, na esfera azul, pudessem correr mal. O Ventor estranhou o comportamento do Antar, rodopiando sempre, obrigando o Ventor a manter os olhos firmes nessa estrela. Mais pessoas estavam de olhos no céu a ver a estrela brilhante e o Antar, sempre rodopiando, acabou por ir encostar-se de rabo, contra as costelas do Camelo de um tal Baltazar, um amigo do Ventor. Os dois companheiros de grandes caminhadas pelos desertos tórridos e gelados do Médio Oriente de então, acalmaram-se e ficaram ali observando tudo, em volta, partindo o Baltazar e o Ventor até uma cabaninha que ali estava. Mal o Ventor entrou no estábulo dessa cabaninha, viu um Menino muito pequenino a tiritar de frio e a vaquinha, o burrinho, as ovelhinhas, os seus pais e mais algumas pessoas, à sua volta, a tentarem dar o pouco aconchego que podiam.

 

 

O Presépio

 

O Ventor viu-se mal para entrar a porta porque o seu arco foi-se encravar na aldraba e uma das pontas num buraco mais acima. O Ventor que ainda não sabia o que se passava, ficou um pouco envergonhado por levar aquela coisa com ele em vez de o deixar à guarda do Antar, mas a distração é a morte do artista e mais acabrunhado ficou quando viu um menino recém-nascido, cheio de frio, sorrindo com a sua trapalhada e, mais ainda, quando aquele Menino, complementando o sorriso, lhe piscou o olho!

 

Mas o Ventor contou-me que tudo foi tão complicado que, se calhar, nem lembraria ao diabo tudo aquilo. Em tão pouco tempo, o terror espalhou-se pela bela cidade de Belém e não só. Houve perseguições a todas as crianças até dois anos, por um Rei anedota, chamado Herodes, que tinha medo que aquele Menino lhe usurpasse o trono. Herodes mandou que todas as crianças abaixo de dois anos fossem assassinadas, para o Menino Jesus, que diziam que vinha herdar o Reino de David, não pudesse sobreviver. 

Os cavaleiros e soldados de Herodes, todos os meninos barões que encontrassem, decapitavam-nos logo. O Ventor que ficou ali por Belém, mais algum tempo que o que pensava, ainda pensou interferir com os cavaleiros de Herodes que calcorreavam as ruas empedradas de Belém, mas o Senhor da Esfera, pediu-lhe para não interferir nem com o Antar nem com o seu temível arco.

 

 

A Igreja da Natividade

 

Mas a Mãe do Menino Jesus, conseguiu fugir para o Egipto com ele e Herodes com a sua trupe, não o apanharam.

 

O Ventor contou-me muitas coisas sobre esse Menino, o seu crescimento, a sua vida de criança, a sua vida de homem e a lição que ele deu aos doutores, no Templo, só com oito anos. O Ventor disse que iria contar-me muitas mais histórias e que apenas queria que eu soubesse porque a nossa Dona tinha tanto trabalho a fazer uma Árvore de Natal e um Presépio.

Disse-me, também, que, apesar de nunca ouvirmos dizer que o Menino Jesus tenha pegado em gatos ao colo como faz o Ventor, o Ventor disse-me que Ele tinha tanta preocupação com os animais como com os homens e que a harmonia do mundo só existe se houver harmonia entre os próprios homens e entre estes e os animais. Mas como podemos ver todos os dias, muitas das pessoas de hoje, como as de ontem, nunca ligaram aos bons ensinamentos pregados por Jesus, para que essa harmonia fosse geral entre os homens, quanto mais entre os homens e os animais.

 

Agora eu prometi ao Ventor não voltar a mexer nas coisas da minha Dona e nunca mais vou estragar nada.

Voltarei a contar-vos, por aqui, na Net, algumas das histórias que vou ouvindo ao Ventor e deixarei aqui, também, os votos de Boas Festas e de um Santo Natal para todos os que por aqui passarem.

Não se esqueçam que o Ventor também me disse que este espírito natalício deve permanecer no nosso coração, o ano inteiro.

 

 

Um solinho lindo num dia de Natal

 

BOM NATAL e BOAS FESTAS, minha gente!!!

Que o Senhor da Esfera esteja sempre convosco

 

 

Uma das árvores de Natal do Quico. Era tão bom mexer naquelas bolinhas!

 

BOM NATAL

Caminhadas do Ventor, por Trilhos de Sonhos e de Ralidades, cujas histórias contou ao Quico e o Quico contou-as, para vós, brincando. Foi sob o Tecto do seu amigo Apolo que aprendeu a conhecer os seus amigos, ... como o porco

Ventor

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